domingo, 31 de agosto de 2014

SEMANA DA PÁTRIA 2014


sábado, 30 de agosto de 2014

ABETA


ABETA SUMMIT 2014

Abeta apresenta programação de palestras do Summit 2014




A Abeta (Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura) apresenta oficialmente a programação de palestras do Abeta Summit 2014. Com o tema “Vida ao Ar Livre”, a novidade deste ano serão os painéis abertos ao público. O evento acontecerá de 24 a 28 de setembro dentro da 42º Expo Internacional de Turismo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP).

Confira a programação completa das palestras do Abeta Summit 2014:

25 de Setembro

Painel de abertura: O Turismo de Natureza no Brasil pós Copa do Mundo
Horário: 10h30 às 12h
Resumo: Líderes do mercado debatem os desafios e oportunidades do segmento de ecoturismo e turismo de aventura no Brasil após a Copa do Mundo. Como aproveitar a visibilidade do país, gerar novos negócios e perspectivas para o setor.

Palestra: Criatividade produtiva
Horário: 13h30 às 15h30
Resumo: Profissionais gabaritados no segmento discursam como criar novos produtos, explorar mercados e expandir o faturamento.

Palestra: O SGS, as Normas Técnicas e seu plano de Marketing
Horário: 15h45 às 16h45
Resumo: Fique por dentro dos acontecimentos e mantenha seu negócio competitivo, seguro e atualizado em relação à legislação nacional e internacional. 

Palestra: Ferramentas digitais de comunicação, como usar de forma eficaz
Horário: 17h às 18h
Resumo: Como usar de forma criativa as ferramentas de comunicação digital. Descubra o poder das redes sociais para o seu negócio.

26 de setembro

Assembleia Abeta 
Horário: 10h

Palestra: Cooperação criativa no desenvolvimento de destinos
Horário: 14h às 16h
Resumo: Venha aprender com quem está unindo esforços da iniciativa privada e do poder público na promoção e no desenvolvimento sustentável de destinos turísticos.

Painel de encerramento: Parques nacionais, ativos da sociedade brasileira, para celebrar a vida ao ar livre
Horário: 16h30 às 18h
Resumo: Como os parques nacionais e outras unidades de conservação, podem gerar conhecimento, renda e impostos para toda a sociedade.

27 de setembro (aberto ao público)

Palestra: Viagem de aventura e ecoturismo com crianças e idosos
Horário: 10h às 11h30 
Resumo: Como viajar com diferentes gerações com segurança e diversão para todos.

Palestra: Diversão com segurança. O turismo certificado no padrão Inmetro
Horário: 13h30 às 14h30
Resumo: Venha conhecer as normas técnicas brasileiras e internacionais ABNT/ISO para o turismo de aventura e o ecoturismo. Saiba como aproveitar sua viagem com diversão e segurança. 

Palestra: Esse parque é seu. O uso público das unidades de conservação.
Horário: 14h45 às 15h45 
Resumo: Os parques nacionais são o tema dessa inspiradora palestra que apresenta dados e ideias sobre o uso público das unidades de conservação. 

Palestra: Redescobrindo o Brasil
Horário: 16h às 17h30
Resumo: Uma animada apresentação sobre os lugares menos conhecidos do turismo brasileiro. Venha se inspirar em explorar o Brasil. 


Lisia Minelli

LEGISLAÇÃO SOBRE ESPORTES DE AVENTURA

 Lei define regras para esportes de aventura

 marciovm911 » 07 Mar 2012, 12:50
Legislação estadual exige obrigatoriedade de fiscalização e monitoramento; federações temem dificuldades aos praticantes amadores


A aprovação de uma lei estadual que pretende aumentar a segurança em esportes de aventura gerou dúvidas e insatisfação entre os praticantes. A Lei 17.052, que entrou em vigor no dia 23 de janeiro de 2012, estabelece uma série de exigências para a autorização da prática esportiva, o que desagrada, em especial, aos amadores. O texto da legislação não deixa claro quem deve seguir as determinações.

O regulamento abrange a promoção do esporte de aventura como “atividade comercial ou atividade coletiva de recreação e lazer, de caráter público ou privado”. Ainda de acordo com o documento, são esportes de aventura “as modalidades esportivas de recreação que ofereçam riscos controlados à integridade física de seus participantes”.

Porém, na avaliação de representantes de federações paranaenses de montanhismo e canoagem, o texto é vago. Segundo Argos Gonçalves Dias Rodrigues, superintendente da Confederação Brasileira de Canoagem, é necessário definir melhor quais são essas atividades e os riscos aos quais os praticantes estariam sujeitos. “Se compararmos algumas atividades esportivas, a quantidade de machucados em uma partida de futebol é muito maior do que em uma prática de canoagem”, argumenta.

Determinações

Outro ponto de discórdia é a obrigatoriedade de autorização e a fiscalização dos esportes por alguns órgãos, como o Corpo de Bombeiros. Os praticantes e as empresas teriam de apresentar documentos, com renovação anual de licença, para provar que os equipamentos utilizados são seguros e ter acompanhamento de um monitor durante a prática.

Para o diretor da Federação Paranaense de Montanhismo, Edilson Cardoso, conhecido como Tchiba, isso torna o processo burocrático e dificulta a prática amadora. “Pela lei, isso facilita a parte comercial. Seria melhor diferenciar o turismo de aventura – com interesses comerciais – da prática de esportes de aventura – por parte dos amadores.”

Na opinião do superintendente da Confederação de Canoagem, o Estado não teria estrutura para fazer esse tipo de fiscalização. “Fica difícil saber como o Corpo de Bombeiros, por exemplo, vai estar atento a uma cidade no interior onde um grupo esteja praticando o esporte”, diz. Segundo Rodrigues, é preciso uma normatização para definir como será a fiscalização e quais órgãos a fariam.

O deputado estadual Osmar Bertoldi (DEM), autor da proposta, informou via assessoria que não se trata de prejudicar a prática dos esportes pelos amadores. A lei vale, segundo Bertoldi, somente às empresas que oferecem esses serviços comercialmente e que, porventura, estejam em situação irregular com relação a segurança oferecida aos praticantes.

Procurado pela reportagem, o secretário de Esportes do Paraná, Evandro Rogério Roman, informou, via assessoria de imprensa, que não poderia se manifestar sobre o assunto por motivos de força maior.

Abaixo-assinado

Federação busca ser ouvida

Os representantes da Federação Paranaense de Montanhismo organizam um abaixo assinado para mudar a Lei 17.052/2012 aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná. Eles reclamam que, como entidade de um esporte de aventura, a federação não foi procurada pelos deputados antes da aprovação do texto. “Não somos contra, mas queremos participar da elaboração” afirma o diretor da Federação, Edilson Cardoso.

O abaixo-assinado, criado em 6 de fevereiro, reuniu mais de 1,2 mil assinaturas. Os representantes esperam pelo menos 10 mil assinaturas para levar o documento aos deputados. Os próximos passos, segundo o presidente da Federação, Natan Fabrício Loureiro Lima, envolvem entidades e representantes de outros esportes.

Por meio de sua assessoria, o deputado Osmar Bertoldi informou que foi procurado, antes da elaboração da Lei, por praticantes de esportes de aventura que estariam insatisfeitos com os serviços ofertados por empresas e, por isso, não envolveu as entidades na discussão. Mesmo assim, a assessoria informou que a recomendação é que as federações procurem o Legislativo para a eventual alteração de alguns pontos da lei. 

Entrevista

Paulo Ricardo Schier, doutor em Direito Constitucional.

Embora o Estado tenha o direito de regular e restringir atividades dos cidadãos, o texto da lei contém alguns problemas técnicos e constitucionais com potencial para inviabilizar sua aplicação. A avaliação é de Paulo Ricardo Schier, doutor em Direito Constitucional e professor no programa de mestrado da UniBrasil.

O Estado pode usar instrumentos legais para proibir ou limitar a prática de um esporte ou outro hobby considerado de risco, já levando em conta que essas atividades não oferecem risco ou dano para a sociedade?

Parece, de forma global, que existem justificativas constitucionais para as restrições impostas por esta lei – proteção da vida dos praticantes, da segurança, da integridade física e da própria confiança que os esportistas depositam nas empresas. A lei, igualmente, não parece atingir o núcleo essencial no que tange com a prática desses esportes. Todavia há algumas inconstitucionalidades. Como se trata de restrição de atividade empresarial, quem teria competência para fazer a restrição seria a União. Além disso, em outra perspectiva, já existem outros meios para responsabilizar as empresas que eventualmente causem danos à vida, à integridade física e saúde dos esportistas, tanto leis de responsabilidade civil quanto penais. Essas exigências, mesmo exercidas coletivamente, não podem atingir aqueles que praticam o esporte de forma não comercial.

O texto exige autorização para o uso do espaço público por essas modalidades esportivas. Até onde o Estado pode restringir ou proibir o uso do espaço público sem atentar contra as liberdades individuais?

Em princípio, o uso do local público não demanda pedido prévio de autorização, mas simples “comunicação” para que as autoridades possam saber do uso e da destinação. Mas no caso da lei em questão, isso não faz muito sentido, pois essas atividades normalmente são realizadas no mar, em montanhas, sítios ou mesmo em espaços urbanos, mas raramente inviabilizam a utilização do local para outras finalidades ou por outras pessoas.

Problemas práticos, como a falta de estrutura adicional nos órgãos indicados para controle, podem fazer com que a aplicação da lei se torne inviável?

Embora o Corpo de Bombeiros possua competência técnica para fiscalizar equipamentos utilizados nos esportes de aventura, a legislação em questão infla as atribuições desse órgão.

SAMU 192


TURISMO DE AVENTURA


AVENTURAS COM SEGURANÇA !


NUNCA DESISTA. PRATIQUE ESPORTE COM SEGURANÇA !


SAVE THE DREAM


ICSS


CAMPANHA QUEM PEDALA USA CAPACETE !


Securing Sport 2013 Highlights

GESTÃO DO CONHECIMENTO EM SEGURANÇA / BRADO ASSOCIADOS


MEDICINA ESPORTIVA


RELAÇÕES HUMANAS


PORTAL DA ENFERMAGEM

Atendimento Pré-Hospitalar (APH)

Adriana Mandelli Garcia 
Enfermeira do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo e gerente de Enfermagem da BEM Emergências. 
a.mandelli.g@gmail.com

17/1/2012

O atendimento pré-hospitalar (APH) é destinado às vítimas de trauma, violência urbana, mal súbito e distúrbios psiquiátricos. Visa estabilizar o paciente de forma eficaz, rápida e com equipe preparada para atuar em qualquer ambiente e remover o paciente para uma unidade hospitalar.

Em 2002, tendo em vista o crescimento da demanda por serviços de urgência e emergência e ao real aumento do número de acidentes e da violência urbana, o Ministério da Saúde aprovou a regulamentação técnica dos sistemas estaduais de Urgência e Emergência, por meio da Portaria 2048, ratificando que esta área constitui-se em um importante componente da assistência à saúde. No ano seguinte, a Portaria 1864/GM deu início à implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU-192) nas modalidades suporte básico e avançado de vida, atuação desenvolvida em todo o território brasileiro pelos Estados em parceria com o Ministério da Saúde e as Secretarias Municipais de Saúde.  A Enfermagem ainda conta com a  Resolução Cofen 375/2011, que dispõe sobre a presença do enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido.

No Brasil, o APH envolve o Corpo de Bombeiros, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e também as empresas particulares. A enfermagem participa em todas essas vertentes e como em qualquer outra área do cuidar, deve estar alicerçada em conhecimento, capacitação técnica e humanização.

A enfermeira Adriana Mandelli Garcia tem em seu currículo a experiência em atendimento a vítimas de urgências clínicas e traumáticas. Em mais de uma década de atuação no APH, é ela quem nos relata nessa entrevista a atividade prestada pela enfermagem, a importância da equipe nas ruas e os avanços neste serviço. Hoje, Adriana Mandelli é enfermeira do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo e também é gerente de Enfermagem da BEM Emergências Médicas, estando diariamente no serviço público e privado do APH.


No que consiste o serviço de atendimento pré-hospitalar (APH)?
O nome pré-hospitalar caracteriza-se pelo atendimento à vítima antes da mesma chegar ao hospital, podendo ser em locais habitados normalmente (ruas, residências, comércios etc.), locais de difícil acesso como buracos, galerias fluviais, escombros e outros, além do atendimento aquático; logicamente, para isso, a equipe requer treinamento. Nestes locais iniciamos a prestação do serviço de saúde básico ou avançado. Após estabilização, a vítima é encaminhada para o hospital por meio do melhor recurso disponível, entre eles ambulância, helicóptero ou lancha.


Quais as principais atribuições do enfermeiro que atua nesta área?
A atribuição do enfermeiro dependerá da unidade em que ele estiver atuando, porém, para que os internautas do Portal tenham uma ideia do que o enfermeiro desenvolve na área de APH, apresento algumas atribuições da minha vivência.
- Supervisionar e avaliar as ações de enfermagem da equipe no atendimento Pré-Hospitalar Móvel;
- Prestar cuidados de enfermagem de qualquer complexidade técnica a pacientes com ou sem risco de vida, que exijam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas;
- Ministrar treinamento e/ou participar dos programas de treinamento e aprimoramento de pessoal de saúde em urgências e emergências;
- Fazer controle de qualidade do serviço nos aspectos direcionados a pessoas e equipamentos inerentes à profissão, estabelecendo e controlando indicadores.


Dentro da área de APH, quais os segmentos possíveis de atuação do profissional de enfermagem?
O mercado de trabalho está cada vez mais diversificado e ele pode atuar em transporte aéreo, terrestre - que são os mais comuns - além de estádio esportivo, shopping center, academia, resort, parque de diversões, grupo de turismo de aventura com rafting, arvorismo, escaladas, além de comunidades desenvolvendo o treinamento da pessoa leiga que gostaria de ser treinada para iniciar o atendimento de uma vítima, até mesmo em companhias aéreas para desenvolvimento da equipes de voo. Ressalto ainda a importância da presença do APH em eventos futebolísticos. A Lei 10671/03conhecida como Estatuto do Torcedor, determina a presença de dois enfermeiros e um médico presentes no local de jogo a cada dez mil torcedores.


Como acontece o chamado do APH?
O fluxo basicamente parte do solicitante, que liga para uma central (192 ou 193) contando o motivo e descrevendo a localização do atendimento a ser prestado. No momento do contato com a central segue-se um questionário de perguntas necessárias para enviar o recurso mais indicado. Simultaneamente, um médico poderá iniciar uma conversar com o solicitante, em paralelo ao serviço indicado estar a caminho do atendimento. A primeira equipe a chegar ao local posiciona a central sobre a atual realidade e as necessidades para o bom andamento (seja para a suspensão de luz no local, por exemplo, ou uma solicitação de policiamento ou mesmo de trânsito). A partir daí, inicia-se o atendimento da vítima determinando à central qual o recurso necessário, se hospital primário ou terciário, de acordo com a condição e necessidade da mesma.

“A primeira equipe a chegar ao local posiciona a central sobre a atual realidade e as necessidades para o bom andamento”


Como é dividido o atendimento?
Básico e avançado. O atendimento básico envolve as manobras/técnicas iniciais de atendimento necessárias e fundamentais até que se determine a necessidade ou não de acessar o paciente com maior "invasão", seja ela intubação, acesso venoso, administração  de drogas e outras que se fazem necessárias para um bom prognóstico. Todos os estados brasileiros deveriam proporcionar à população as duas opções, porém a realidade atual não é esta. Qual serviço será enviado ao local de atendimento é determinado no momento da triagem, diante da gravidade da situação e o número de vítimas envolvidas. Assim, feita a triagem, determina-se o melhor recurso a ser enviado, se o básico ou o avançado.


Existe um protocolo nacional de atendimento?
O Brasil segue é o modelo americano, criado em 1990 por representantes da American Heart Association (AHA), da European Resuscitation Council (ERC), da Heart and Stroke Foundation of Canada (HSFC) e da Australian Resuscitation Council (ARC). Ele nasceu da necessidade de se criar nomenclatura na ressuscitação e pela falta de padronização de linguagem nos relatórios relativos à parada cardíaca em adultos em ambiente extra-hospitalar. Em 1992, durante a conferência internacional "Resuscitation 92", Brighton, na Inglaterra, propôs-se uma cooperação internacional contínua por meio de um comitê de ligação permanente, multidisciplinar, para diretrizes na área. Assim, ficou determinado que o “LS” life support seria a maneira de disseminar e padronizar os atendimentos no APH. Nos dias atuais são esses protocolos que vigoram pelas Américas e Europa, claro que cada local com suas peculiaridades. No Brasil, em 1976, o médico Ari Timerman despertou interesse sobre ressuscitação e teve acesso aos protocolos da AHA. Logo depois, John Cook Lane trouxe ao Brasil os primeiros cursos de ressuscitação e publicou os primeiros livros na língua portuguesa. Em seguida, os cursos começaram a ser ministrados no Brasil em parceria com o Hospital Albert Einstein.  Os protocolos estão disponíveis para acesso no site da AHA -www.heart.org .


Como é realizado o registro de Enfermagem dos atendimentos prestados?
Ao final do atendimento o registro deve ser feito por todos os profissionais envolvidos no caso. Durante a entrega do paciente, orienta-se colher assinatura do profissional que dará continuidade ao atendimento à vítima. Este prontuário deve ser preenchido em duas vias, no mínimo, permitindo que uma fique para a instituição de APH e a segunda via siga para o destino do paciente.
Com relação aos pertences do paciente, vale acrescentar que documentos, dinheiro, joias etc. deverão ser relacionados e transferidos a um familiar ou à enfermagem que irá receber o paciente. No momento do socorro o enfermeiro é o responsável em cuidar dos pertences do paciente e esse "rol de valores" deve ser feito por duas pessoas, o profissional da enfermagem e uma testemunha.


Como deve ser composta uma unidade de APH?
O mínimo que a unidade deve ter é o que está previsto na Portaria 2048/2002 do Ministério da Saúde, e serve para todas as modalidades, o que difere é a tipo de ambulância que determina o que a mesma deve conter, sendo Ambulância de Transporte (Tipo A), Ambulância de Suporte Básico (Tipo B), Ambulância de Resgate (Tipo C), Ambulância de Suporte Avançado (Tipo D), Aeronave de Transporte Médico (Tipo E), Embarcação de Transporte (Tipo F).
Porém, existem peculiaridades tanto no perfil de pacientes que atendemos como em inovações da indústria farmacológica, de materiais em saúde e tecnologias que facilitam as técnicas aplicadas e garantem maior segurança para ambos os lados, agregando na eficácia e no sucesso do atendimento.


Como você iniciou a sua atividade profissional e por que partiu para esta especialização?
A formação de enfermeira foi praticamente uma escolha dos meus pais. Realizei teste de aptidão e também segui a opinião deles. Finalizei a graduação ainda muito nova e iniciei na área hospitalar. Certa vez, fui com minha mãe em uma consulta médica e no meio da consulta, o médico deixou de nos atender e iniciou o socorro a uma paciente de parada cardiorrespiratória. Como a equipe estava um tanto atrapalhada, eu me ofereci para ajudar.Coincidentemente, a paciente voltou a viver. Eu me senti extremamente satisfeita e surpresa, pois eu ainda não havia passado por esta situação. Decidi, aí, que queria atuar em pronto-socorro. Fui em busca do meu desejo. Após alguns anos nesta atividade, percebi que eu queria mais do que esperar, eu queria chegar na pior situação em que um indivíduo possa estar. Conclui mestrado na USP voltado para parada cardiorrespiratória e busquei, incansavelmente, o concurso do GRAU (vinculado ao Corpo de Bombeiros), cujo trabalho faço há oito anos. Além disso, também atuo junto à BEM Emergências Médicas há 13 anos.

“percebi que eu queria mais do que esperar, eu queria chegar na pior situação em que um indivíduo possa estar”


Como está a especialização em Emergência atualmente no Brasil? Você considera esta uma área promissora?
As universidades estão evoluindo e este tema atualmente é desenvolvido em sua maioria. Existem já muitos cursos lato sensu de especialização na área. Inclusive os enfermeiros já se mobilizaram e criaram uma associação específica que se chama COBEEM – Colégio Brasileiro de Enfermagem em Emergência, da qual fui presidente. Noto que aumentou a procura pelo campo de estágio nesta área e há muitos profissionais que se identificam com a atuação no APH. O Brasil tem se adaptado rotineiramente aos protocolos americanos, temos legislação aplicável, relativamente atualizada, e órgãos de fiscalizações atuantes neste mercado.  


Quais são os principais cursos que enfermeiros e técnicos em Enfermagem devem ter em seus currículos?
Os cursos para enfermeiros mais recomendados para APH e conhecidos pela sua qualidade são os LS (life support): BLS (basic life support), ACLS (Advanced life support), PHTLS (pré-hospital life support) e PALS (pediatric advanced life support). Eles são desenvolvidos em vários sítios de treinamento e na sua maioria em grandes hospitais como o Albert Einstein, Sírio Libanês, HCor, em São Paulo, por exemplo, e em universidades como Anhembi Morumbi e outras instituições que se vincularam a AHA, pois é ela quem controla a qualidade dos cursos. O Funcor, por exemplo, que é credenciado na AHA, oferece esses cursos.


Quais são as dificuldades vivenciadas pelo serviço?
Elas se iniciam, em algumas vezes, no próprio endereço da vítima, devido ao crescimento descontrolado, prejudicando o planejamento viário e, consequentemente, retardando a chegada do socorro no endereço. Outra dificuldade é o acesso à vítima em locais inóspitos, onde lançamos mão de equipamentos para salvamento em altura ou água, ou mesmo necessitamos ter um condicionamento físico para transpor as barreiras encontradas. No destino final do paciente, encontramos dificuldades no treinamento das equipes, disponibilidades de leitos e recebimento adequado do paciente.


O que de novidade e inovação está surgindo direcionado ao atendimento de emergência?
As máscaras laríngeas são dispositivos que agregam no atendimento, o DEA (desfibrilador externo automático) está cada vez mais sedimentado no mercado, e as drogas, como a vasopressina, que têm um efeito espetacular na parada cardiorrespiratória, além de materiais hemostáticos e dispositivos tecnológicos que facilitam a comunicação.


Como é a relação e a atuação da equipe de atendimento pré-hospitalar e intra-hospitalar?
Infelizmente, não é muito boa. Os motivos são diversos, e de ambos os lados. Creio que o maior ‘tendão de Aquiles’ seja a lotação dos hospitais públicos e falta de mão-de-obra para atender toda a demanda. Acredito que melhor remuneração, redução da jornada e melhores condições de trabalho no serviço público são fatores que podem, e muito, contribuir para um atendimento público de maior qualidade e melhor entrosamento entre os serviços.


Os riscos ocupacionais estão muito presentes no cotidiano intra e extra-hospitalar. Como evitar possíveis riscos no APH?
Quanto aos riscos, realmente são muitos. As instituições desenvolvem treinamentos relacionados e orientações formais, além, é claro, da entrega do equipamento quando o mesmo é individual. As medidas de segurança na saúde estão contempladas na NR-32, e em situações específicas, como salvamento na água, devemos contar com equipamentos próprios de segurança, como apito, boia, corda etc. Outro exemplo, para salvamento em altura, é necessário contar com mosquetões, cordas, fita, baudrier (cadeirinha), descensor etc.


Após um resgate, é necessário reposição do material, limpeza e higienização do veículo. Como se dá este processo?
Esse processo geralmente tem início no hospital de destino do paciente. Ele é executado pela equipe da ambulância. A reposição é necessária e fundamental para que o veículo esteja no QRV (linguagem de rádio que caracteriza que a equipe está pronta para próximo atendimento). A limpeza geralmente é realizada pela enfermagem, porém o motorista e o médico muitas vezes colaboram. A técnica utilizada é a mesma praticada em hospitais e os produtos também são os mesmos. Nós seguimos o procedimento conforme Portaria 2048 do Ministério da Saúde, que diz:

Limpeza e desinfecção da Ambulância:

Limpeza

a) Remover todos os materiais utilizados no atendimento ao paciente;

b) Desprezar gazes, ataduras úmidas e contaminadas com sangue e/ou outros fluídos corporais em sacos plásticos branco, descartando o mesmo no lixo hospitalar;

c) Materiais perfurocortante eventualmente utilizados devem ser desprezados em recipiente adequado;

d) Sangue e demais fluídos devem ser cobertos com uma camada de organoclorado em pó, removendo-se, após 10 minutos de contato, com papel toalha; 

e) Lavar as superfícies internas com água e sabão neutro iniciando sempre pelo teto, indo para as paredes, mobílias e piso, da frente do compartimento de transporte de pacientes em direção à porta traseira.

Desinfecção

a) Friccionar, por três vezes, álcool etílico 70% nas superfícies não sujeitas à corrosão, exceto superfícies acrílicas ou envernizadas, ou utilizar outro produto disponível para a completa desinfecção;

b) Periodicamente a cada sete dias realizar uma limpeza e descontaminação mais ampla;

c) Quando efetuar o transporte de pacientes com doenças infectocontagiosas (Aids, hepatite, Tuberculose, Meningites etc) realizar, obrigatoriamente, a completa desinfecção da ambulância, materiais e equipamentos utilizados.


Quais competências devem ter os profissionais que estão começando a atuar em APH?  
Eles devem ter competências de aspecto cognitivo, técnico, social e afetivo necessários para a execução desta atividade, além de equilíbrio emocional e autocontrole para atuar frente aos desafios. O enfermeiro, principalmente, para liderar uma equipe em APH, em minha opinião, deve ser participativo, presente e flexível, mas não perder o foco dos resultados qualitativos e quantitativos, bem como utilizar criatividade para inovar e se atualizar.


No seu cotidiano como você se relaciona com o SAMU e qual a sua percepção sobre este serviço?
O Corpo de Bombeiros e o SAMU hoje em dia trabalham juntos em muitos atendimentos. A minha equipe embarca na ambulância deles, até porque o carro que usamos no bombeiro é um veículo blazer e não seria possível colocar um paciente adequadamente. No dia-a-dia percebo várias tentativas de melhoria de escalas, melhorias no treinamento, aproximação das equipes do SAMU com os bombeiros e a adoção de materiais e equipamentos de ponta.
Destaco também a busca constante da melhoria do tempo-resposta de atendimento, afinal “tempo é vida”.  Atualmente, na cidade de São Paulo, a meta entre a solicitação e a chegada da equipe ao local da ocorrência é 10 minutos. 


Garcia AM. Atendimento Pré-Hospitalar (APH). Portal da Enfermagem [internet]. 2012 jan [acesso em dia/mês/ano]. Disponível em: http://www.portaldaenfermagem.com.br/entrevistas_read.asp?id=77

SUPORTE BÁSICO DE VIDA PEDIÁTRICO


LESÕES NO ESPORTE


SOCORRISTA


OS RISCOS DA NEVE

Adrenalina x perigo na traiçoeira neve: acidentes de esqui chocam o mundo

Como esporte ou hobby, prática 'castiga' Michael Schumacher e Lais Souza. Peritos no assunto, atletas brasileiros falam sobre os desafios e riscos que são encontrados na neve

RAFAEL ARANTES E PEDRO LOGATO
Rio - Esquiar é um esporte e hobby traiçoeiro. A prática é uma das atrações em lugares com temperaturas mais baixas, em uma mistura de lazer e adrenalina. O perigo faz parte da atividade. Um deslize pode resultar em problema. Recentemente, dois casos de acidentes provocaram verdadeiros dramas no mundo do esporte. O ex-piloto alemão Michael Schumacher e a brasileira Lais Souza foram traídos pela neve.
Esportes de neve provocam mistura entre adrenalina e risco para seus praticantes; Recentemente, Schumacher e Lais foram 'castigados'
Foto:  Arte: O Dia Online
A manhã do dia 29 de dezembro de 2013 era mais um momento de diversão para Michael Schumacher em Méribel, na França, mas um acidente fez com que o ex-piloto da Fórmula 1 batesse com a cabeça numa rocha e ficasse em estado grave. Após 30 dias em coma, os médicos começaram a retirar os sedativos de Schumacher. Ainda convivendo com o drama do ex-piloto, o Brasil se deparou com mais um momento de trauma.
A ex-ginasta brasileira Lais Souza também se acidentou. A atleta esperava a confirmação de uma vaga para a Olimpíada de Inverno na categoria esqui aéreo e colidiu com uma árvore em um treino em Salt Lake City, nos Estados Unidos, tendo um severo trauma na coluna cervical. Lais foi submetida a uma cirurgia na coluna e a duas operações complementares e está internada, sem conseguir se locomover e ainda com risco de morte.
Uma das representantes do Brasil na Olimpíada de Inverno, a atleta do snowboard Isabel Clark não escondeu o choque com os acidentes envolvendo Schumacher e Lais. Triste com o acontecido com o ex-piloto, Isabel tem de conviver com o drama da amiga. As atletas se conhecem há cerca de oito anos e o espírito guerreiro de Lais é um dos pontos fortes para sua recuperação.
"Fiquei muito triste pelo caso do Schumacher e o da Lais me deixou muito chocada. Eu a conheci pessoalmente no Prêmio Brasil Olímpico de 2006 e agora ela estava treinando para os Jogos de Inverno. Vejo como um exemplo de determinação e superação o que ela já tinha conseguido atingir no esqui aéreo em tão pouco tempo. Tomara que ela consiga se recuperar logo", disse Isabel, que se mostrou surpresa com os dois acidentes num espaço tão curto de tempo: "Acontecem acidentes graves, mas não é comum assim".
Isabel Clark admite choque com acidente de Lais Souza
Foto:  Divulgação
Experiente, a atleta de 38 anos garante que os riscos encontrados nos esportes de neve não são fantasmas na rotina dos praticantes. Segundo ela, o bom condicionamento físico e a preparação mental são os fatos mais determinantes em prol do sucesso das atividades.
"Aprendemos a ir de menos a mais, gradualmente, a conhecer nossos limites e medos e conseguir superá-los aos poucos. Usamos muito a mentalização antes de fazer algo arriscado. A parte física é fundamental, tanto para a prática em si em alto nível, como para prevenir lesões ou acidentes. Na minha modalidade tem muito impacto e quedas, o corpo precisa estar preparado para tudo isso", comentou Isabel, que chegou a ser eliminada do Mundial de 2013 após uma queda na prova. Mesmo sem gravidade, a atleta não conseguiu recuperar a colocação.
Considerado um dos melhores esquiadores brasileiros da atualidade, Jhonatan Longhi também acredita na necessidade de uma boa preparação física como diferencial para encarar os riscos e desafios da neve. Atualmente morando na Itália, o brasileiro de 25 anos acredita em sua total concentração para deixar para trás o rótulo da juventude e garantir o sucesso em suas atividades na neve.
"Minha preparação também é mais física do que técnica. Busco estar sempre trabalhando com exercícios que me proporcionam uma força e resistência física maior. A velocidade e a respiração é fundamental no meu ponto de vista. Costumo manter algumas atividades como bicicleta e stretching para me manter num bom condicionamento", contou.
Jhonatan Longhi vai representar o Brasil nos Jogos de Inverno de Sochi
Foto:  Divulgação
Também representante do Brasil nos Jogos de Sochi, Jhonatan vai encarar os desafios da modalidade na qual Schumacher e Lais acabaram se acidentando. O esqui alpino é uma das modalidades mais intensas quando os assuntos são velocidade, manobras e risco. No entanto, o atleta determina uma meta diária de treinos para se manter pronto para qualquer tipo de dificuldade.
"Costumo focar no objetivo de realizar 2.000 curvas por dia. Se eu consigo manter este nível me garanto com um ótimo treino, já que cada manobra nos obriga a buscar um alto nível de execução. Se formos falar do lado físico neste lado, podemos citar mais ou menos 15 kg de força centrífuga a cada bateria. Isso me faz estar consciente e tranquilo para evitar qualquer tipo de problema", disse.
Sem deixar que os receios passem por cima de seus objetivos, Jhonatan afirma que o psicológico também é primordial para que as modalidades de neve sejam realizadas sem a interferência dos fatores "medo" e "risco".
"Ninguém pode controlar o fator que chamamos de destino. É claro que existe o risco, mas é no inconsciente de cada modalidade que deixamos para trás essas questões de esportes perigosos ou não", analisou.
Esportes de neve misturam risco e adrenalina
Foto:  Divulgação

TODOS PODEM SALVAR VIDAS !




TODOS PODEM SALVAR VIDAS !


PARADAS CARDÍACAS / SAMU 192

Samu promove ações para 1º socorros em caso de parada cardíaca

Samu promove ações para 1º socorros em caso de parada cardíaca
 Ninguém consegue prever quando uma parada cardíaca irá acontecer. Ela pode surgir de forma súbita, independente da idade da pessoa, lugar ou momento. Estar preparado e saber como agir diante de uma situação como esta pode salvar a vida de uma pessoa.


Por isso, com intuito de orientar à população sobre os cuidados no atendimento de primeiros socorros, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) promove neste sábado (30), das 6h às 10h, no Busto de Tamandaré, ações de treinamento para o público em geral e simulações sobre os primeiros procedimentos em vítimas de parada cardiorrespiratória.


De acordo com o coordenador de enfermagem do Samu em João Pessoa, Yuri Loss, as ações têm como objetivo levar conhecimento à população. “Quanto mais pessoas souberem realizar a reanimação cardiopulmonar mais vidas serão salvas, é o que mostram as estatísticas”, enfatizou.


O evento acontece simultaneamente em 11 cidades em alusão ao Dia Nacional da Reanimação Cardiopulmonar, lembrado no dia 30 de agosto, e tem o propósito de levar conhecimento e metodologias de salvamento à população. Em João Pessoa, a ação é realizada pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Saúde (SMS) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).


Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem do Samu participarão das atividades com manequins próprios para treinamento. Também serão distribuídos panfletos informativos sobre manobras de suporte básico de vida e reanimação cardiopulmonar, para os casos de paradas cardíacas.


Casos - Só no primeiro semestre deste ano, o Samu registrou 268 atendimentos de parada cardiorrespiratória, sendo que 51% desses atendimentos foram em mulheres.


Segundo dados da Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT), no Brasil 300 mil paradas cardiorrespiratórias ocorrem todo ano. A maioria das vítimas morre antes mesmo de chegar ao hospital.


Parada Cardíaca – A parada cardiorrespiratória, popularmente conhecida como parada cardíaca, ocorre quando o bombeamento de sangue pelo coração é interrompido. Dessa forma, o fluxo de sangue para os órgãos cessa de forma súbita e completa. Sem fluxo de sangue para o cérebro e pulmões, a pessoa perde a consciência e não consegue respirar, o que pode levar o indivíduo a óbito em minutos, caso os primeiros socorros não sejam realizados.


A população adulta é a mais acometida, tendo como causa principal da parada cardíaca as doenças cardiovasculares, com destaque para o infarto agudo do miocárdio, muito conhecido como ataque cardíaco. A parada também ocorre em crianças e bebês. Nessa faixa etária, engasgo, envenenamento e afogamento são suas principais causas.


Atendimento de urgência – Em 3 de fevereiro de 2014, a Prefeitura de João Pessoa sancionou a lei ordinária 12.796/14, que obriga alguns lugares de grande fluxo de pessoas a possuírem desfibrilador cardíaco portátil e profissionais treinados em reanimação cardiopulmonar. Enquadram-se nesse perfil os centros comerciais, centros de convenções, supermercados, shoppings e casas noturnas de espetáculos que comportem, no mínimo, mil pessoas simultaneamente, e as associações esportivas, clubes e academias de ginástica, recreação e práticas esportivas, independentemente do número de sócios, clientes e/ou atletas amadores e profissionais em qualquer modalidade.


O desfibrilador cardíaco portátil é um equipamento que tem a função de reanimar os batimentos cardíacos e pode manter a vida do socorrido até que ele seja removido para um hospital.


Equipes – Atualmente, o Samu de João Pessoa conta com 352 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, condutores socorristas, farmacêuticos, técnicos auxiliares em regulação médica, supervisores, assistentes administrativos, recepcionistas, mecânicos e técnico em eletroeletrônica.


O serviço disponibiliza 7 motolâncias e 17 ambulâncias, sendo cinco de Unidade de Suporte Avançado de Vida, 11 Unidade de Suporte Básico de Vida e uma ambulância de resgate da Polícia Rodoviária Federal, conveniada entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Justiça.


As unidades de suporte avançado são tripuladas por uma equipe composta por um médico, um enfermeiro e um condutor socorrista. Já a unidades de suporte básico contam com um condutor socorrista, um enfermeiro e um técnico de enfermagem.


A motolância é pilotada por um enfermeiro ou por um técnico de enfermagem e tem a possibilidade de chegar mais rápido aos atendimentos de urgência, em localidades de trânsito intenso ou em territórios de difícil acesso para as ambulâncias.


O Samu 192 é um serviço de saúde que trabalha 24 horas por dia atendendo a população no socorro e encaminhamento às unidades hospitalares de João Pessoa.

Redação